sexta-feira, 9 de maio de 2014

Orelhão, sanduíche e diamantes: Pelé aproveita Copa para vender de tudo


Pelé está no meio de nós. Às vésperas da Copa do Mundo, o Rei do Futebol desceu do trono aos 73 anos para estrelar inúmeras campanhas publicitárias e fazer dinheiro a partir de seu prestígio.
Você já deve ter notado que ele está em todo lugar. Há duas semanas, anunciou em Santos uma parceria com a Unicef evocando outra vez seu famoso discurso de 1969 em favor das criancinhas do Brasil.
Três dias depois estava em Miami posando com relógio de luxo Hublot ao lado do artista colorido Romero Britto. De volta a São Paulo, lançou seu livro de memórias sobre as cinco Copas que disputou, lançado oportunamente... um mês antes da Copa.
Na quinta-feira, estava na avenida Paulista assinando um orelhão da Vivo decorado com o desenho de seu rosto.
Nesse ano, Pelé também já associou sua imagem aos sanduíches da Subway, aos carros da Volkswagen, aos serviços bancários do Santander, aos aviões da Emirates, às bebidas da Coca Cola e aos supermercados Carrefour. Também cedeu fios do próprio cabelo para a produção de diamantes vendidos a até R$ 100 mil.
Ele se prepara agora para fechar contrato com a fabricante de material esportivo Puma e com uma produtora de cinema que deve lançar um filme sobre a infância de Edson Arantes do Nascimento.
"Eu tenho estado bastante ocupado ultimamente", disse Pelé em Miami no meio de sua maratona publicitária.
"Ele sempre fez dinheiro", disse Paul Kimsley, sócio na empresa que agencia os contratos do astro, em recente entrevista ao Wall Street Journal. "Mas ele nunca recebeu o que merecia dado que é uma das pessoas mais famosas do mundo."
Em março, o site Máquina do Esporte, parceiro do UOL, informou que a empresa de Pelé pretende faturar até R$ 58 milhões só em 2014 com seus contratos publicitários. A Copa do Mundo no país turbinou os ganhos do ex-jogador.
Mas se a figura de Pelé tem sido muito atraente para as marcas, sua imagem pública parece ter sofrido arranhões por causa de suas declarações críticas aos protestos que tomaram o país antes da Copa das Confederações no ano passado.
Nas entrevistas que concede, mesmo quando não é questionado sobre o assunto, o ex-jogador tem botado panos quentes na expectativa de mais manifestações durante a Copa. Para ele, os brasileiros devem protestar, sim, mas só após o Mundial, para "não estragar a festa".
Na quinta, enquanto ele inaugurava o orelhão em sua homenagem e fingia estar falando pelo telefone com Neymar e Felipão, cerca de 200 pessoas protestavam a dez metros dali contra ações de despejo da periferia de São Paulo.


sábado, 22 de fevereiro de 2014

A segurança pública e a política de estado motivada pela mídia incentivadora do populismo punitivo

POR IVENIO HERMES

A Segurança Pública Brasileira está definitivamente numa situação difícil, tendo seus rumos determinados pela mídia tendenciosa e pela manipulação da vontade popular.

Caos na segurança pública


Evidenciando isso, o efeito causado pela mídia em torno da morte do jornalista em um protesto, volta a impulsionar as manifestações públicas para um processo de vilanização, facilitando a criminalização dos movimentos sociais que, utilizando-se de meios legítimos, são mostrados como desencadeadores da desordem e não como vítimas da infiltração, orquestrada ou não, por inimigos da democracia que vandalizam, agridem e violentam a massa suscetível.

Diante da aproximação da COPA do mundo, as manifestações se tornam um alvo inoportuno de soluções imediatistas que utilizam o populismo punitivo para deflagrar a criação de políticas de Estado para a proteção de classes, como a recente decisão em relação aos jornalistas.

Mas por que Políticas de Estado somente para proteger jornalistas?

Todos os dias morrem no Brasil centenas de pessoas oriundas de diversas categorias que também merecem um tratamento sério em sua segurança. São pessoas ligadas ao segmento LGBT, negros, grupos religiosos, torcedores, moradores de periferias, manifestantes, policiais (sim, policiais também são minorias), e outros que são vítimas potenciais da segurança pública mal conduzida no Brasil.

A mesma mídia que pressiona o Ministério da Justiça a transformar a proteção aos jornalistas em uma Política de Estado é aquela que dá pouca ênfase às pessoas como o vendedor ambulante, sem nome e sem rosto, que em virtude do barulho das bombas e da fumaça que se alastrava na manifestação, entrou em pânico e foi atropelado.

Esse cidadão faleceu na noite de 07/02 no Hospital Municipal Souza Aguiar e sua vida foi subvalorizada, sua família não ganhou reportagens especiais, não houve cobertura mostrando seus familiares chorando em seu enterro, os mesmos familiares que não receberão auxílios ou pensão.

Enquanto isso, outros precisam ocupar a cadeira do vilão, e os policias extremamente desvalorizados em sua profissão, são as figuras perfeitas, pois não tem sua vida posta em risco diariamente, protegidas de forma a inibir os criminosos que atentam contra elas. Pelo contrário, os profissionais da segurança pública somente são perceptíveis quando fazem falta, e alguns ainda são execrados por tabela pela conduta de alguns desvirtuados.

Quando um policial morre, poucos notam a não ser seus familiares, até seus superiores não dão a devida importância. Policiais ficam sequelados emocional e psicologicamente e somente são percebidos quando tentam ou conseguem o suicídio, ou quando cometem erros que se relacionam ao seu estado mental.

Homossexuais, religiosos, jovens e moradores de periferias são selecionados diariamente pelo abraço da morte e a mídia quer apenas mostrar os números. Mas se menores de idade cometem crimes, surgem os ávidos defensores da redução da maioridade penal, sem considerar o caos do sistema penitenciário, nem dar atenção para o fato social originador da delinquência. Se um policial comete um crime ou um jornalista morre, rapidamente se conclui que algo precisa ser feito… O chefe requer delegado especial para investigar o crime do policial, afinal, a imagem da corporação não pode ser mais maculada ainda, e os políticos, impulsionados pela mídia, resolvem tratar o caso da morte de jornalistas como Política de Estado.

A realidade deve ser repensada visando à situação macro e uma política de Estado não pode simplesmente ser motivada pela ação midiática. É necessária uma mudança de atitude urgente em relação à Segurança Pública, essa sim precisa ser transformada em Política de Estado, cujo benefício atingiria a todos os cidadãos brasileiros.

Segurança Pública real envolve Educação e Saúde, sem as limitações impostas pela tendência orientada de maus políticos e gestores ou da mídia gananciosa. Somente a integração desses setores pode surtir efeito em promover uma mudança a curto, médio e longo prazo, afetando as gerações futuras e mudando a realidade do Brasil.

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SOBRE O AUTOR:

Ivenio Hermes é Escritor Especialista em Políticas e Gestão em Segurança Pública e Ganhador de prêmio literário Tancredo Neves. Colaborador e Associado Pleno do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Consultor de Segurança Pública da OAB/RN Mossoró. Pesquisador nas áreas de Criminologia, Direitos Humanos, Direito e Ensino Policial.

www.iveniohermes.com

terça-feira, 16 de julho de 2013

Belo Monte, Anúncio de uma Guerra - Filme

"Um filme financiado pelo público, do Xingu para o mundo."


Belo Monte é um projeto de aproveitamento hidrelétrico em terras indígenas. O projeto contempla um complexo de pelo menos 4 barragens, 2 casas de força, 27 diques, 3 canais de enchimento, 7 canais de transposição e 1 gigantesco canal de derivação que pretende desviar o rio Xingu para reservatórios que alagariam cerca de 516 km² da Floresta Amazônica e propriedades particulares onde o cultivo predominante é o cacau.

Nenhuma terra indígena seria alagada. Entretanto, Belo Monte transformaria os 100 km da Volta Grande do Xingu em um trecho de vazão reduzida e isolado, uma vez que os paredões de concreto da barragem barrariam as aldeias da cidade de Altamira. Com isso, os indígenas não mais poderiam ir de canoa até Altamira, uma pratica frequente e necessária para que recebam tratamentos médicos.

Além disso, a construção da barragem é uma ameaça aos peixes da Volta Grande do rio Xingu. Nove espécies de peixes raros correm o risco de extinção: Aequidens michaeli, Anostomoides passionis, Astyanax dnophos, Ossubtus xinguense, Parancistrus nudiventris, Pituna xinguensis, Plesiolebias Altamira,Simpsonichthys reticulatus e Teleocichla centisquama.

Como se não bastasse essa tragédia, o peixe representa 90% da proteína ingerida pelo povo local e é este dado que relaciona Belo Monte a um potencial genocídio. Isto porque, especialistas e caciques tradicionais prevêem que, ao se reduzir a vazão do rio na Volta Grande, os peixes morrerão, pois o rio é pedregoso e tem a sua temperatura elevada em muitos graus quando seu nível está baixo. Por esse motivo, também a Associação de Pescadores de Altamira é contra o empreendimento. A falta de peixes terá grande impacto na economia local e poderá gerar situações de fome. Atualmente, o empreendedor e o governos federal ignoram por completo essa possibilidade.

O aumento populacional nas cidades de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Vitória do Xingu, Senador José Porfírio a Uruará representa um dos mais problemáticos impactos socioambientais do empreendimento, uma vez que o empreendedor não cumpriu as condicionantes básicas que preparariam tais municípios para receber a onda migratória. Hoje já é possível constatar os impactos sofridos por estas cidades em decorrência da já iniciada migração ocasionada por Belo Monte, tais como: aumento no índice de violência, prostituição, alcoolismo e tráfico de drogas. Se formado o lago de Belo Monte, tais municípios também sofrerão com aumento de doenças de veiculação hídrica e por insetos, tais como dengue e malária.

"Com Belo Monte Altamira poderá se tornar uma península doente rodeada por um lago podre sem peixes. (...) Pessoas famintas, sem moradia, violentas e prostituídas... É um destino triste para a população local".

Don Erwin Klauter -- bispo da prelazia do Xingu.

Apesar de seu alto custo e grandiosa dimensão, Belo Monte é considerada um projeto de engenharia ruim e extremamente ineficiente. Embora possua um potencial de 11.182 Megawatts, Belo Monte não produzirá mais do que 4.000 Megawatts devido à sazonalidade do rio Xingu. Além disso, as linhas de transmissão da energia gerada na usina nunca foram orçadas e seu custo, assim como seu traçado, ainda são uma incógnita para os brasileiros. Especialistas prevêem que poderá custar o mesmo valor da obra, ou seja, cerca de R$ 30 bilhões.

Impactos socioambientais foram subdimensionados pelo empreendedor, de modo que, ao contrário do que os defensores da usina divulgam, a energia gerada por Belo Monte é, na realidade, caríssima. Este alto preço se dá, igualmente, por força da alta importância do rio Xingu como fonte de água, alimentos e, principalmente, devido à preciosidade dos povos ancestrais que dele dependem para sobreviver.

Então por que construir Belo Monte?

Saiba quais são os verdadeiros motivos da construção desta usina assistindo ao filme nos cinemas e na internet.

Mais informações: http://www.belomonteofilme.org
 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Mairodade penal: reduzir não resolve

Um problema que assola diariamente cidadãos de bem no nosso país tem sido a violência. O crescimento da população e a ineficácia do estado em combater o crime torna cada vez mais evidente  a urgência em resolver esse problema. Só que a solução não é tão simples quanto se imagina. Tão pouco passa por reduzir a maioridade penal dos nossos adolescentes.

 

Mas o povo clama por uma solução urgente

 
É difícil compreender que a redução da maioridade penal não vai resolver nada. Por que a mídia tem abordado esse tema de uma forma para que o cidadão comum não compreenda quais são as verdadeiras causas do agravamento deste problema. E, enquanto isso, ela mostra todo dia que está intensificando-se os casos em que menores cometem crimes. Por outro lado criminosos adultos aproveitam-se da brecha no sistema para ficarem impunes coagindo menores para assumirem crimes que eles, os adultos, cometem. Diante disso tudo vemos o sistema tonando-se um verdadeiro caos. Pois a polícia executa um trabalho que não tem outro nome a não ser "enxugar gelo".
 

As verdadeiras causas do problemas

 
Reduzir a maioridade penal não é solução por que não vai direto a causa do problema. É como se você quisesse derrubar um árvore cortando apenas as folhas. O problema da violência no nosso país tem causas bem mais profundas. O crescimento da violência é o resultado do abandono do estado e da falta de meios para lidar com esse problema, a completa falta de estrutura, o descaso em cuidar da educação, a corrupção dos governantes e a ineficiência das polícias em prestar um serviço digno e de qualidade para a população. O crescimento do uso de drogas e a falta de combate aos traficantes tem contribuído de maneira brutal para agravar o quadro. Quase todos os crimes que ocorrem com o uso de violência possuem como motivação o uso de drogas. Desde os homicídios por acerto de contas até o simples assalto motivado para conseguir dinheiro para consumo de entorpecentes.

 

A falta de estrutura do estado

Não é preciso aprofundar o debate para percebermos que a impunidade não é exclusividade dos menores. Basta observarmos que apenas 8% dos casos de homicídios, no Brasil, são esclarecidos. Enquanto isso as fugas nos sistema prisional, que já não suporta mais ninguém de tão lotado, são constantes. A lentidão do sistema judiciário também tem sua parcela de contribuição para a impunidade. Ou seja, há problemas por todos os lados no sistema de segurança pública. Os menores não podem pagar essa conta sozinhos.
 

A diferença entre a prática e a teoria

Muitos dos que são a favor da redução nunca leram sequer uma linha do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Pois se lessem saberiam que o estatuto não é para promover a impunidade. E que o mesmo baseia-se na promoção da família, educação para vida familiar, orientação e apoio sócio-familiar e a proteção dos membros mais vulneráveis da família. É para estabelecer mecanismos que promovam esses pilares que existe o ECA. No entanto o que observamos na prática é que pela falta de condições do estado o estatuto não é posto em prática.

 

O que deve ser feito para reduzir a violência

É bom que fique claro que não existem soluções mágicas. Nem tão pouco deve ser tomada apenas uma medida. Uma série de problemas exige uma série de soluções. Mas a curto prazo só o combate intenso ao tráfico geraria grandes resultados. Também é bom lembrar que o problema do tráfico é mundial. O que torna mais difícil o combate, mas não impossível. Por em prática as leis que já temos como o ECA seria um passo importante. A longo prazo uma educação que afaste a juventude das drogas  seria bem mais eficaz que o investimento em repreensão. Visto que a educação traria mais resultados positivos e mais avanço na cultura do país, afastando os jovens das drogas.
 

Investimento em segurança

Outra coisa fundamental para combater a violência seria recuperar a infraestrutura da polícia. O policial é quem mais sente na pele o abandono do estado. Além de amargar um salário ridículo sofre pela falta de condições de trabalho. A má formação dos policiais no Brasil é evidente. Todos os dias são noticiados casos de tortura e de falta de preparo de policiais. O que podemos observar é que apesar da boa vontade da maioria dos policiais as coisas não andam. A separação entre polícia militar e civil é uma lástima. Pois é pela inversão dos papeis das polícias que ocorrem mais crimes. O que podemos perceber é a polícia tentando resolver crimes na marra  e cometendo outros crimes, por causa da inversão dos papeis.  A polícia militar é pra ser ostensiva e cabe a polícia civil investigar os casos. Não pretendo aprofundar neste tema, já que aqui o assunto é outro.
 
Uma mudança na mentalidade e na cultura do país traria os resultados que todos esperam. As pessoas saem de casa para trabalhar com medo, trabalham em seus empregos com medo, voltam para casa com medo e esquecem o medo no dia de votar. Pois elegem políticos poucos compromissados com  causas populares como a segurança pública.  

Anderson Silva Não teve culpa

Entenda porque resultado do UFC 162 pode ter sido uma farsa. E como o lutador brasileiro não teve culpa.

 
Anderson manteve guarda baixa além do normal - www.espn.com.br
Cercado de muita polêmica, resultado da ultima luta de Anderson Silva não agradou aos brasileiros e gerou muitas especulações. De herói a vilão em apenas uma noite Anderson silva descobre o sabor amargo da derrota e da decepção. Mas será que o resultado da luta foi justo. Será que não houve encenação. Esta dúvida persiste e aumenta após verificarmos uma série de fatos que envolvem este evento.
 

A luta

Durante a luta verificou-se que o lutador brasileiro vinha baixando a guarda mais do que o normal e exagerando nas brincadeiras. Mesmo usando o mesmo estilo e baixando a guarda em lutas anteriores vemos que o brasileiro baixou mais ainda e , literalmente, parou para que o adversário pudesse acertar os seus golpes. O que intriga é por que o Anderson agiu dessa maneira. O próprio Anderson declarou em reportagem do Fantástico de 14/07 que bastava um passo para trás e ele se livrava dos golpes.
 

Antes da luta

Beijo antes da luta gera polêmica - sortimentos.com
Especula-se que um apostador investiu mais de um milhão de dólares a favor de Weidman. Nada até agora foi confirmado e a notícia já foi negada. No entanto antes da luta surgiu também outra notícia bastante interessante que dizia que “Derrota de Anderson Silva será vitória para o UFC”. Outro fato curioso é em relação ao beijo que Anderson deu em seu adversário, Chris Weidman. No começo de sua carreira , em 2000, antes da luta, Anderson também beijou um de seus oponentes (Luiz Azevedo). Advinha qual foi o resultado. Foi derrotado por pontos.
 

Depois da Luta

Esportista é visto em festa após o combate - www.tribunahoje.com
Curiosamente após a luta Anderson Silva fala em se aposentar e diz, também, não querer revanche. Não se mostra tão abatido quanto deveria com o resultado, sendo flagrado em uma festa, horas depois, bem a vontade fazendo pose para fotos. Diferente do que agiu quando em uma outra luta perdeu para um japonês, apenas por ter efetuado um chute ilegal. Após a desclassificação o brasileiro caiu em prantos enquanto seus colegas o consolavam dizendo que haveria revanche.
 

Para o milionário Dana White "céu de brigadeiro"   

 
Fala-se em realizar a luta da revanche, que a princípio o Anderson não queria, em um estádio de futebol com capacidade para 100 mil pessoas. O cartola sempre quis realizar um evento em um lugar como esse e acha que, agora, essa é a oportunidade ideal. Daí já podemos tirar quem realmente saiu ganhando com essa derrota. 
 

Conclusões

Ao debochar de Chris Weidman o brasileiro deixou bem claro que poderia vencer a luta e não venceu por que não quis. Ao ficar parado e receber o golpe ele quis deixar mais claro ainda que estava entregando o resultado da luta. Infelizmente os brasileiros não enxergam um palmo a frente do nariz para perceber que ao dizer que não queria revanche e queria se aposentar ele expressou sua real vontade. No entanto nota-se que, mais uma vez, ele foi contrariado e teve que satisfazer a vontade dos cartolas do UFC que lucram com o espetáculo. Enquanto isso quem deu a cara pra levar porrada é esculachado nas ruas.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Passeio pela Zona Norte de Natal - O abandono do poder público

Na zona norte de Natal alguns problemas são tão antigos que até já fazem parte do cotidiano de quem mora lá e é obrigado a conviver com eles. Obras mal feitas, problemas de drenagem, falta de segurança, lama, buracos, sistema de transporte público precário, falta de posto de saúde, falta de creches, falta de escolas de ensino médio, coleta urbana de lixo inexistente, esgoto, ruas esburacadas, saneamento, congestionamentos... são muitos. 

Os 100 primeiros dias de governo do prefeito Carlos Eduardo Já passaram. O que ficou claro deste período é que a maquiagem que foi feita nas ruas principais não foi suficiente para resolver os problemas de quem mora na periferia. Distante dos olhos do poder público populações carentes   são vítimas do abandono e do desprezo.

As chuvas que ocorreram recentemente em Natal trouxeram a tona, mais ainda, a gravidade de dois problemas quase tão antigos quanto a própria Zona Norte. A drenagem inexistente em setores muito movimentados da ZN. O primeiro é o cruzamento que divide o bairro Lagoa Azul e o bairro Nossa Senhora da Apresentação, próximo a estação de trens. Quem transita por entre estes dois bairros é obrigado a enfrentar uma quantidade enorme de buracos e lama ou ter que fazer um desvio enorme que tornaria inviável esta alternativa. O outro problema é a poça de lama gigante em frente ao cemitério da Avenida Moema Tinoco. Alvo de vários protestos, reportagens e reclamações o problema segue sem solução. 

Cruzamento da avenida Cidade Praia com a Avenida Couto Magalhães

Moradores precisam enfrentar diariamente a buraqueira e a lama neste trecho que divide o Loteamento  Jardim Progresso e  o Conjunto Nova Natal

Empresários, cansados de esperar pelo setor público, tentam amenizar o problema por conta própria jogando entulhos nos buracos. 

Violência - 3 pessoas são vítimas de disparos de arma de fogo na Avenida Maranguape

Na avenida Moema Tinoco a Lama e Caos já fazem parte da paisagem deste setor.  O trecho é rota  de turistas  que  fazem passeio pelo litoral do estado. E antes de conhecerem as nossas belas praias eles já conhecem o abandono e descaso.

Enquanto os carros passam um rapaz se presta a fazer o papel de baliza, em troca de alguns trocados. 







Cultura Alternativa - 2º Grito Urbano ZN

No próximo domingo (7), a partir das 13hs, acontece a segunda edição do Grito Urbano da Zona Norte, no terminal de ônibus do bairro Soledade. O evento conta com apresentações de música, teatro, exposições, oficinas e debates. A primeira edição ocorreu no último dia 2 de junho.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Crianças asiáticas nos humilhando para o resto da vida...

Crianças asiáticas nos humilhando para o resto da vida... 


Sempre tem um asiático que consegue fazer melhor que nós.


Os molequinhos tocam D+!!!!


Mas se você acha que isso só acontece no oriente está muitíssimo enganado.


Veja o que esse garoto de 11 anos de idade é capaz de fazer com um violão.


Talento não é exclusividade dos estrangeiros aqui no Brasil também tem muito moleque bota pra quebrar.


Ficou com inveja?

Vai aprender a tocar então!

sábado, 15 de junho de 2013

Capital europeia passa a ter transporte público gratuito

Capital europeia passa a ter transporte público gratuito - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/turismo/noticia/2673277/capital-europeia-passa-ter-transporte-publico-gratuito


segunda-feira, 6 de maio de 2013

REDE GLOBO E SEUS VALORES INVERTIDOS!!!


Globo e seus Absurdos!!! Aisha que Aishou sua família biológica ficou frustrada ao saber que elas moram em uma favela ... Mas em uma outra ocasião teve orgulho ao saber que iria encontrar suposta mãe (Wanda) em uma cadeia , sabendo que era uma pessoa perigosa que usava mais de três nomes falsos , pagou sua fiança , deu dinheiro a ela e ficou muito feliz com isso! Ou seja ... Uma menina estudada , culta e inteligente e do bem, fica orgulhosa com uma mãe bandida , e frustrada com uma mãe humilde!!!

REDE GLOBO E SEUS VALORES INVERTIDOS!!!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Faroeste Caboclo - Trailer Oficial [HD]

Finalmente saiu o trailer do filme Faroeste Caboclo. Filme baseado na música de mesmo nome da banda Legião Urbana.


 

Faroeste Caboclo conta a saga de João do Santo Cristo, escrita por Renato Russo em um dos maiores sucessos da Legião Urbana. O longa acompanha a história de João do Santo Cristo (Fabrício Boliveira), que deixa sua cidade natal e se muda para a Brasília em busca de uma vida melhor. Lá, ele encontra a miséria e o crime, mas também descobre o amor nos braços de Maria Lúcia (Ísis Valverde).



Facebook: http://www.facebook.com/faroestecaboc...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Brasil Colônia e os rumos do seu desenvolvimento

Como o ambiente socioeconômico favoreceu Portugal a se tornar uma potência marítima
 
Antes do descobrimento do novo continente a Europa vivia um período de enormes dificuldades. As guerras, a Peste Negra e a fome eram problemas que assolavam a população do continente europeu. Além disso, o comércio com outros continentes era monopolizado pelas cidades da costa italiana, principalmente Veneza e Gênova. Isso dificultava, consideravelmente, o comércio com as cidades mais ao ocidente do continente. Desde a definitiva expulsão dos mouros do sul de Portugal o país vivia um período de relativa calmaria, o que deixou os portugueses livres para investirem em empreendimentos como a escola de Sagres. A “escola náutica” aperfeiçoou a tecnologia de navegação, o que contribuiu para o desenvolvimento das explorações marítimas da época. Com uma posição geográfica privilegiada que ajudava os portugueses no contato com o mar. Os portugueses lançaram-se ao mar, atraídos pelo tráfico de escravos e o ouro africano, antes mesmo dos turcos tomarem Constantinopla e efetuarem o bloqueio do comércio continental em 1453. Com o fim das rotas marítimas via Ásia menor, devido ao bloqueio, o preço das especiarias cresce vertiginosamente. Consequentemente iniciam-se as navegações portuguesas no atlântico, com o avanço pela costa africana. Diante desse cenário Portugal sai, então, na frente com Vasco da Gama descobrindo o caminho para as Índias e o pequeno país tornando-se uma potência marítima.
 
O ambiente econômico das terras brasileiras nas primeiras décadas do seu “descobrimento”, e o papel das Capitanias Hereditárias na formação econômica do Brasil.
 
Sofrendo pressão política e correndo o risco de perder o território para as demais nações europeias, Portugal viu-se obrigado a ocupar as terras recém-descobertas. Porém não era tarefa fácil visto que ninguém queria vir para um ambiente totalmente inóspito, hostil e cheio de perigos. Além do mais, ocupar o Brasil significava desviar recursos de outros empreendimentos que se mostravam mais produtivos que o Brasil. O tão sonhado ouro não foi encontrado, pelo menos no início da colonização, deixando a Portugal a difícil tarefa de encontrar outra maneira que se mostrasse economicamente viável de ocupar o imenso território. A coroa portuguesa opta por explorar a cana de açúcar, aproveitando o sucesso da produção do artigo anteriormente pelos portugueses nas ilhas do Atlântico. Em 1532 o rei D. João III, decidiu ocupar definitivamente as terras brasileiras, utilizando o sistema de sesmarias baseado nas capitanias, que aqui no Brasil seriam hereditárias. Esse sistema funcionava, mais ou menos, nos moldes do que era o feudalismo. Com um imenso território, poucas foram as capitanias que prosperaram, principalmente pelo enorme montante de recursos que exigiam para serem ocupadas e pela falta de interesse que os seus donatários demostraram. Apesar dos enormes privilégios jurídicos e fiscais concedidos pela coroa, a maioria dos donatários não possuíam recursos suficientes para que pudessem explorar suas posses. Dos donatários que receberam as capitanias quatro nunca foram ao Brasil, três faleceram pouco depois, três retornaram a Portugal, um foi preso por heresia e apenas dois se dedicaram à colonização (Duarte Coelho em Pernambuco e Martim Afonso de Souza na capitania de São Vicente). No entanto optou-se pela grande propriedade, principalmente, devido à conveniência de produzir em larga escala. Além disso, pequenos proprietários tendem a produzir para sua subsistência, vendendo ao mercado apenas uma quantidade reduzida e coroa precisa extrair da colônia o máximo de recursos que pudesse para que o empreendimento fosse viável. A opção pelo trabalho escravo deu-se, entre outros motivos, por causa da dificuldade em trazer mão-de-obra assalariada para a colônia e pelo lucro que o tráfico gerava para a metrópole.
 
A estrutura de produção e a pirâmide social decorrente dela, no século XVI.
 
Com uma economia baseada na monocultura da cana-de-açúcar, o pilar de sustentação da economia era o engenho que utilizava mão-de-obra africana.  O principal objetivo era exportar toda a produção para o mercado europeu. Neste período, a sociedade colonial já tinha características bem estabelecidas, com senhores de engenho no topo da pirâmide social, seguidos por uma classe média  formada por funcionários públicos, feitores, militares, comerciantes e artesãos. Na base da sociedade estavam os escravos, de origem africana, considerados simples mercadorias. Havia também a criação do gado bovino como forma de atividade secundária. Destinado, principalmente, ao abastecimento de carne, couro e animais de tração dos engenhos. Este foi responsável pela interiorização da colonização, uma vez que, era proibida a criação desses animais próximos às plantações, para não prejudicar o cultivo da cana-de-açúcar. Diferente das plantações de cana, a criação de gados era uma atividade de subsistência, incompatível com o trabalho escravo, efetuada por cidadãos livres, pois não dava para colocar escravos para pastorar os animais, uma vez que corria o risco de ambos fugirem. 
 
 
A economia escravagista brasileira e o processo de desenvolvimento das forças produtivas da colônia.
 
A economia escravagista brasileira funcionava com um grau de monetização muitíssimo baixo. Isso afetava as relações de trocas locais que eram efetuadas, em grande parte, através do escambo. Por outro lado, existia a total dependência da comercialização da produção que era baseada em um único produto, a cana-de-açúcar. As plantações de açúcar eram feitas em imensas faixas de terras que acompanhavam o litoral do Brasil, devido à necessidade de escoamento da produção. Essa elevada especialização da produção demostrava, de certo modo, um alto nível de rentabilidade da atividade açucareira. Apesar do alto lucro que era gerado a renda permanecia concentrada nas mãos dos senhores de engenhos que ficavam com aproximadamente 90% da renda obtida. Quase tudo da renda que era gerada pela produção do açúcar era revertido em importação, uma vez que na colônia pouca coisa era produzida além do açúcar e gêneros de subsistência. A estrutura do sistema social era extremamente conservadora, com a manutenção dessa estrutura permanecendo, através dos séculos, praticamente intacta mesmo com a decadência da economia açucareira. A criação de gado representava um papel coadjuvante nessa economia. De rentabilidade muito baixa, não chegava a 5% da renda gerada pela produção do açúcar. O gado era vendido no litoral e havia também a exportação de couro, o que gerava a renda dessa atividade. O gado penetrava pelo interior indo cada vez mais longe. No entanto essa penetração era limitada pelo aumento do custo, que subia à medida que as grandes distâncias diminuíam a rentabilidade. Conforme o sistema criatório se expandia era acompanhado da diminuição relativa do rendimento da população envolvida na criação de gado. Criando a tendência para uma economia de subsistência.
 
A União Ibérica e a política portuguesa com relação à colônia.
 
A União Ibérica em 1621 provocou intensas modificações no rumo das relações portuguesas com suas colônias. Esse país perdeu a melhor parte de seus entrepostos orientais ao mesmo tempo em que a melhor parte da colônia americana era ocupada pelos holandeses. Com a independência Portugal viu-se obrigado a aliar-se a Inglaterra para proteger-se da ameaça espanhola de retomar a união. A aliança significaria para Portugal alienar parte de sua soberania a Inglaterra. Os Holandeses invadem o Brasil em 1630 ocupando o litoral de Pernambuco e lá permanecem até a sua expulsão em 1654. Após a saída do Brasil os holandeses implantarão nas Antilhas as técnicas de produção, copiadas durante a permanência na colônia portuguesa. Com Portugal em crise e os holandeses fora da colônia o Brasil começa e se reorganizar política e administrativamente. Porém o açúcar brasileiro passa a sofrer a concorrência da produção holandesa nas Antilhas. Com a concorrência e a desvalorização do preço do açúcar devido a superprodução a economia açucareira começa a entrar em crise e é ofuscada pela descoberta do ouro em Minas Gerais. Fragilizado pelos acordos que tinha feito com a Inglaterra, Portugal passa a ter um papel de mero coadjuvante servindo apenas de entreposto comercial. Graças ao acordo estabelecido com os ingleses Portugal renunciaria o desenvolvimento manufatureiro trazido pela descoberta aurífera, transferindo para a Inglaterra o impulso dinâmico criado pela produção do ouro no Brasil. Mas foi graças a estes acordos que Portugal pode manter uma sólida posição política numa etapa que resultou ser fundamental para a consolidação do território de sua colônia americana.

quinta-feira, 28 de março de 2013

E quando éramos jovens sorriamos






Quando éramos jovens sorriamos, dançávamos e comemorávamos.
Não tínhamos medo. O futuro era nosso.
O passado também.
Era tudo nosso.
Estava tudo a nossa mão.
Quando éramos jovens poderíamos mudar o mundo a hora que quiséssemos.
Era só brincar.
Éramos ricos, bailarinos, atores, construtores, felizes e infelizes, feliz por nossa infelicidade.
Éramos o mundo e o mundo inteiro.
Não precisava mudar nada, já estava tudo pronto.
 Tudo a nossa mão, ou na de nossos pais.
Era fácil.
Se não fosse fácil era só dizer que é difícil,
pronto está resolvido.
Menos complicado do que uma sopa de letrinhas,
às vezes tinha verdura.
Hoje em dia existe comunismo,
socialismo,
imposto,
inflação.
Governo, casa, aluguel, ambulância, ponto de vista, investimento, cultura, Facebook etc.
 

Imagem retirada do Facebook

segunda-feira, 25 de março de 2013

The Cove (A Enseada) - Legendado PT-BR

Até onde vai a crueldade humana?

O documentário recebeu indicação ao Oscar de melhor documentário de 2010. Retrata o massacre sofrido por golfinhos em uma das praias do Japão. Uma equipe de cineastas e cientistas filma secretamente o que ocorre numa misteriosa vila de pescadores japoneses. As câmeras captam cenas dramáticas, vividas longe de olhares de curiosos, mostrando atrocidades que acontecem em um mundo real dignas de um filme de terror.
 



Sinopse:

Um grupo de ativistas enfrenta perigos como a máfia japonesa, policiais e pescadores para chegar a uma pequena baía em Taiji, no sul do Japão, e assim conseguir registrar o extermínio sangrento de golfinhos, usados para vários fins, entre eles comida para as crianças nas escolas, sem que observem o nível de toxinas presentes nas carnes. As cenas são reais e chocantes.

Título original: (The Cove)
Lançamento: 2009 (EUA)
Direção:Louie Psihoyos
Atores:Joe Chisholm, Mandy-Rae Cruikshank, Charles Hambleton, Simon Hutchins.
Duração: 92 min
Gênero: Documentário

sexta-feira, 22 de março de 2013

A dívida pública não acabou

Para onde vai o dinheiro do Brasil?


Existe por aí o mito de que o Brasil pagou a sua dívida externa, o que não é verdade. O Brasil possui, atualmente, a 7ª maior economia do mundo. No entanto isso não é condizente com a nossa realidade, onde somos obrigados a encarar, todos os dias, problemas inerentes à pobreza de nosso país. Problemas como a falta de segurança, desaparelhamento dos hospitais públicos, sucateamento da educação, transporte público de má qualidade, entre outros.  

Com um PIB de cerca de 4,4 trilhões de reais a pergunta que fica é: Para onde vai todo esse dinheiro?
A reposta para essa pergunta talvez esteja na LOA (Lei Orçamentária Anual). Boa parte do dinheiro que é arrecadado vai para fora do país, ou seja, para o pagamento da dívida pública. Quando o País precisa de recursos para, por exemplo, financiar uma construção de uma estrada ou de uma ponte o dinheiro para essa obra , muitas vezes, vem de fora do país através de empréstimos. O problema é que os juros desses empréstimos são exorbitantes, o que dificulta o pagamento dessa dívida. Assim a tendência é que ela aumente e sobre cada vez menos dinheiro para ser investido aqui dentro.

O Legado da Copa.

Com o orçamento ficando cada vez mais apertado por causa da contração desses empréstimos. Não sobra dinheiro para investir em áreas que são essenciais para o bem estar da população, como saúde, segurança e educação. Como foi citado antes para construir as obras que servirão para a Copa do Mundo serão necessários recursos que o país não tem. Portanto a contratação de novos empréstimos aumentará ainda mais a dívida pública.

O nosso país enfrenta gravíssimos problemas estruturais que atrapalham o seu desenvolvimento. Um dos mais graves é questão do escoamento da produção. Sem vias de escoamento da produção os preços dos bens que são produzidos tendem a aumentar, devido ao encarecimento com o transporte de mercadorias e insumos. Estradadas esburacadas, mal acabadas, mal feitas e até inexistentes são o que provocam o encarecimento dos bens que são produzidos aqui no país. Isso torna mais difícil a competividade dos nossos produtos lá fora, que têm que competir com outros produtos que não enfrentam esses problemas. Diante dessa realidade fica a dúvida, se ao invés de investir em obras para a copa do mundo que geram um legado de retorno duvidoso, não seria melhor utilizar esse mesmo dinheiro para gerar alternativas de escoamento da produção. Barateando o custo de se produzir no Brasil e atraindo dessa forma novos investimentos, retirando as amarras que impedem o crescimento do país.

 

sábado, 16 de março de 2013

Problemas do primeiro mundo

O seu problema não é real


 A ONG Water is Life lançou uma campanha na qual mostra haitianos falando de problemas do cotidiano de pessoas que vivem em países ricos (que, na realidade, não existem).

A campanha serve para arrecadar doações usadas no combate da falta de água em algumas regiões pobres do planeta, como no caso do Haiti.

De acordo com a ONG, este ano mais de 1,8 milhões de pessoas morrerão por causa de doenças transmitidas pela água. 6.500 pessoas morrem por dia. Destas 5000 são crianças. Todas estas vidas são perdidas por não existir acesso à água potável.

Problemas do primeiro mundo não são problemas reais. É o que fala a ONG em sua campanha. O vídeo chama a atenção para nos colocarmos no lugar de pessoas, que sofrem restrições severas, e refletirmos sobre a seriedade de problemas do cotidiano como, por exemplo, uma casa muito grande que precisa de dois roteadores.






http://waterislife.com/about/donations/

Polícia, Perseguição e Cerveja

Empresa de bebidas consegue fazer um comercial sem apelação sexual para chamar à atenção de consumidores.

Correndo com a ideia de que nada pode separar um homem de sua cerveja, bandidos chegam em um bar com uma bolsa cheia de dinheiro e pedem o seu choop Carlton’s Draught, ao perceber que o bar está cheio de policiais. Eles fogem, mas é claro, com cuidado para não derrubar nenhuma gota da sua cerveja.

Uma “perseguição” policial em seu anúncio, fazendo uma relação total as perseguições reais de carros e policiais atrás de bandidos. Uma verdadeira paródia ‘hollywoodiana’.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Departamento de Psicologia realiza programa de controle da timidez


O Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), através do Departamento de Psicologia (PSIC), realiza projeto de controle da timidez para jovens e adultos que possuem dificuldade em se comunicar.

Sob a coordenação da professora Neuciane Gomes da Silva, do Departamento de Psicologia, o programa oferece terapias breves que serão realizadas em 12 sessões, com encontros semanais de 2 horas cada, nos seguintes horários: nas segundas-feiras, às 14h e 16h, e nas quartas-feiras, às 9h30.

Os interessados podem se escrever para as entrevistas individuais a partir desta segunda-feira, 11, até o dia 28 de março, no Serviço de Psicologia Aplicada (SEPA), em frente à Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM) da UFRN, ou por telefone, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30, através dos números 3215-3603/3604.

Fonte: http://www.sistemas.ufrn.br

terça-feira, 5 de março de 2013

A pirataria de produtos, prejudica ou beneficia a quem?

Essa semana durante a luta para impedir a retirada compulsória pela Prefeitura Municipal, através da SEMSUR, dos vendedores ambulantes e camelôs do centro da cidade, o Vereador Marcos Antonio – PSOL,  provocou o seguinte debate sobre a proibição e perseguição dos camelos pela venda de DVD's, CD's, Software’s e outros produtos piratas locais no comércio de Natal.

Àqueles ardorosos combatentes contra a pirataria, e que tentam nos impor hoje, o contrário do que todas as grandes potencias mundiais praticaram no passado. Chamamos à atenção para estudar os seguintes casos: Os Estados Unidos e Canadá cresceram contrabandeando, copiando e imitando os produtos ingleses.  O Japão, nas décadas 50, 60 e 70 enricou imitando e copiando produtos estrangeiros (Suíços, Alemães e USA). A China, o maior centro de pirataria do planeta, tem hoje o maior percentual de desenvolvimento do mundo.

Então, quem estar por traz e a quem interessa no Brasil tanto empenho e rigor em fazer e cumprir leis, que proíbem a pirataria? Resposta: Em primeiro lugar, As grandes corporações e empresas multinacionais de DVD's, CD's, Software e outros produtos, cuja maior parte da renda, aqui capturada, é enviada para o exterior em forma de lucros. O outro interessado beneficiado é a elite tupiniquim brasileira, antipatriota, servil, aliada e sócia das corporações e empresas multinacionais, que aprovam essas leis no congresso em troca das migalhas dos lucros prejudicando o resto da sociedade.

Embora se perca um pouco em qualidade, o produto pirata (Eu chamo produto nacional socializado) internaliza 100% da renda e gera muito riqueza local por que:

1. Os governos receberão muito mais tributo, pois a totalidade da renda do produto pirata circulará localmente multiplicando a venda e compra de alimentos, vestuário, lazer, serviços em geral, etc. regionais e locais, e portanto, gerando mais pagamento de ICMS, ISQN (Imposto sob Serviço de Qualquer Natureza), IPTU, IPVA, etc.

2. A busca pela perfeição na imitação e cópia acaba desenvolvendo e/ou produzindo a tecnologia local (Se beneficiaram dessa condição, os USA, Japão e agora China).

3. A renda gerada pelo produto pirateado localmente, permite maior descentralização e distribuição da renda, permitindo que as famílias carentes e sem instrução tenha acesso a essa renda, portanto ampliando o bem estar local, reduzindo o desemprego e miséria, e melhorando o grau de saúde e educação.

4. Reduz as importações contribuindo para equilíbrio da balança comercial.

Conclusão, o produto nacional socializado, seja ele, imitação ou cópia beneficia a sociedade e governo.
Quando vc compra um CD’s ou DVD’s piratas vc só faz o bem a nossa sociedade, pois vc adquiri um produto mais barato, não causa desemprego já que a maioria desses produtos são importados, vc promove renda e o sustento de um cidadão e sua família que está fora do mercado de trabalho formal e todo dinheiro gasto retorna para economia local dinamizando comércio e industria.

Pense e reflita sobre isso!!! 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

DCE seleciona grupos para participar da Calourada Geral 2013.1

As inscrições para a Seleção Pública de bandas, grupos, artistas e manifestações culturais diversas para a Calourada Geral 2013.1, realizada pelo Diretório Central de Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), encerram-se nesta sexta-feira, 22, às 23h59 .

Os candidatos devem se inscrever no endereço eletrônico dceufrn.blogspot.com, preenchendo com cuidado e com veracidade todas as questões necessárias requeridas no momento do cadastro.

O processo de seleção ocorre de forma transparente e democrática por meio de uma comissão criada com integrantes do DCE. O objetivo da seleção é valorizar a produção cultural local e criar um banco de dados de artistas e fazedores de cultura do Rio Grande do Norte (RN), de modo que sejam mais conhecidos pelo público.

Os selecionados terão a obrigação de apresentar um show de em média 50 minutos de duração, conforme a inscrição realizada, e receberão um cachê padronizado para todos, combinado de acordo com a dotação orçamentária da Calourada Geral da UFRN 2013.1.

As inscrições não selecionadas ficarão na suplência de acordo com cada estilo musical e também ficarão num banco de dados do DCE para apresentações posteriores em outros eventos.

Mais informações no site http://dceufrn.blogspot.com.br/p/inscricoes-caourada-2013.html.